Do nada tudo acontece!!!
Do nada tudo acontece…Por volta das 21h estávamos deitados, eu e o Léo. Papo gostoso, óbvio que cheio de putaria. Eu só de calcinha, peitos de fora, ele me contando coisas enquanto alisava meu corpo devagar. Contou que, depois que eu fui lá no plantão levar a carteira que ele tinha esquecido em casa, o parceiro dele abriu o jogo de um jeito impressionante.E o filho da mãe ainda jogava a culpa em mim, dizendo que eu tinha sido a responsável por aquela entrega tão espontânea do amigo. Sempre eu a culpada, já me acostumei. Só porque fui de saia curtíssima e camisa transparente que marcava não só o biquinho duro, mas as auréolas inteiras… Será, né?Enfim. O outro Léo (vou chamar de Chara pra facilitar) confidenciou que ele e a esposa estavam numa fase de muitas descobertas. Que ela foi à praia e ficou só de calcinha do biquíni, peitos de fora, e ele ficou louco de tesão. Que andavam transando imaginando uma terceira pessoa no meio, aquelas fantasias que aparecem quando o casal já tá maduro o suficiente pra se permitir ir mais fundo, mais safado… Adoro essa fase.Perguntei se a esposa era gata. Ele respondeu na lata:
— Ela é um tesão.E confessou que, enquanto ouvia as histórias, ficou louco imaginando a Joyce (nome dela) na praia de peitos à mostra… e depois chupando as duas picas.Confesso que deu uma beliscada de ciúme. Aí soltei, meio provocadora:
— Se for pra imaginar, imagina eu chupando vocês dois.Ele caiu na gargalhada. KkkkÉ foda essa parada de sacanagem: a mesma coisa que te dá ciúme é exatamente a que faz a buceta pegar fogo. E não tem como esconder do Léo. Na mais sutil demonstração de tesão ele já escorrega a mão, confere… e constata o óbvio: tô encharcada, melando tudo. As palavras dele, as carícias, aquele sugar leve no grelinho com a pontinha da língua… puta que pariu.Ele virou pra mim e soltou, meio perguntando, meio afirmando:
— Vou ligar pra ele.Fiz-me de boba, não disse nem sim, nem não. Ele pegou o celular e ligou.Meu coração disparou. Um calor subindo, sangue pulsando em cada pedacinho do corpo.O Chara atendeu rápido. O Léo colocou no viva-voz, contou que tava na cama comigo, que tinha me falado das conversas deles e que eu tinha ficado bem interessada… principalmente em conhecer a Joyce. Os dois riram. Aí meu Léo sugeriu uma videochamada. O cara topou na hora.Fiz sinal pro Léo desligar. Ele pediu uns minutinhos ao Chara e cortou. Com o telefone já desligado, perguntei:
— Aonde você quer chegar com isso tudo?Ele sorriu, tranquilo:
— Tô só especulando, amor. Não faço a menor ideia do rumo. Mas só de falar, de ir avançando nesse assunto… já fico assim.E pegou minha mão, levou pra dentro da cueca. A pica tava dura pra caralho e toda babada, melando meus dedos.Olhou nos meus olhos e perguntou baixinho:
— E aí… vamos levar isso adiante ou paramos por aqui?Eu até pensei em dizer pra parar. Mas como, se meu corpo inteiro gritava o contrário? A pica dele pulsando na minha mão, quente, melada… aquilo me deixava ainda mais louca.Levantei, fui até o armário, peguei um vestidinho confortável que uso em casa. No mesmo segundo o Léo tirou o vestido da minha mão, guardou de volta e me entregou a camisola da sedução + a calcinha de lacinho. Rindo, mandou:
— Essa aqui.Deitei, me cobri toda com o lençol. Voltamos a ligação, agora em videochamada.O Chara atendeu no close, só o rosto. Do nosso lado dava pra ver eu toda coberta, só a cabecinha de fora, morrendo de vergonha, e o Léo de fora do lençol, à vontade. O papo rolou super tranquilo, sem pressa pra entrar na putaria. Ele foi muito simpático, conversa boa. Até que resolvi perguntar da Joyce.Ele falou que ela tinha acabado de chegar e tava tomando banho. Não deu nem três minutos e ele disse:
— Olha quem chegou…Virou a câmera. Meu Deus.Uma morena linda, por volta de 1,65, bronzeada, num babydoll branco bem soltinho. Coxas grossas e definidas à mostra, peitinhos pequenos, durinhos, marcando o tecido com os biquinhos apontados. Uma graça. Ou, como o Léo gosta de dizer: “meu número”.Agora as duas câmeras tavam abertas, dava pra ver todo mundo direitinho. A voz dela era delicada, doce… mas tinha um temperamento forte, de quem manda mesmo naquele relacionamento.O papo fluía gostoso, até que o Léo do nada se levantou, foi no quarto dos meninos, pegou um dado e voltou com a ideia:— Vamos brincar uma coisa?A regra era simples: cada casal joga o dado uma vez. Quem tirar o número maior pode perguntar o que quiser. O casal que perder responde a verdade, sem escapatória.continua na parte 2…

Está ficando quente.!!!!!
ResponderExcluirVc não fz ideia..kkk
ExcluirLk
ResponderExcluirJá fiquei excitado com está história
ResponderExcluirEsperando loucamente a parte 2
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