Eu & Bruna e que se foda o mundo!!!
O mundo realmente tinha parado ali pra gente. Na verdade, estávamos completamente entorpecidos de desejo e tesão.Continuamos nos beijando e nos alisando como dava, ainda tentando manter um restinho de compostura… kkkk. A praia, que já estava quase vazia por ser quinta-feira, foi ficando cada vez mais deserta. Restaram poucas pessoas bem distantes umas das outras, mas ainda capazes de ver o que estava rolando ali. E, vamos ser sinceros, elas estavam esperando pra ver no que ia dar.Eu sabia que o Léo, na cadeira de praia, alisava o pau o tempo todo. O coitado estava louco, né? Fazia um tempão que a gente estava se pegando e tínhamos esquecido completamente dele ali… como uma criança na frente de uma vitrine de doces, olhando tudo com desejo, mas sem poder tocar em nada. Kkkkk. Só que ninguém é de ferro.De repente ele não aguentou mais: abriu a sunga e colocou a pica pra fora. Dava pra ver aquele fio grosso e brilhante de pré-gozo escorrendo da cabeça do pau, que estava tão duro que parecia pulsar e reluzir ao sol. Meu Deus, como eu adoro essa visão…Ele começou a se masturbar devagar, quase torturando a si mesmo. Eu não resisti: larguei minha amiguinha, me inclinei e abocanhei aquela delícia inteira. Comecei a mamar com vontade, sugando tudo que tinha ali pra mim. O Léo contraía o abdômen inteiro de tanto prazer.Inclinei o pescoço e olhei pra Bruninha, que nos observava mordendo o lábio inferior, atenta a cada detalhe. Tirei o pau da garganta por um segundo e falei, com a voz rouca:— Vem cá, amiga… vamos dividir.Ela não pensou duas vezes. Veio, me deu um beijo molhado na boca e logo deslizou a língua pro pau do Léo junto comigo.A cena, meninos… Nós duas de quatro, apoiadas na cadeira e no colo dele, intercalando mamadas profundas, beijos na boca e, às vezes, beijos com o pau bem no meio, babando e escorrendo por todo lado. O Léo estava literalmente no paraíso. Bruninha mamava olhando ora pros meus olhos, ora pro rosto dele… Eu comecei a acariciar os peitos dela, puxei o biquíni pra baixo e deixei eles livres. Peguei toda aquela mistura de saliva com o líquido que saía do pau dele e comecei a espalhar devagar nos mamilos dela, fazendo exatamente o movimento que eu adoro que façam comigo.Deixei a Bruninha em carreira solo na mamada e fui beijando o pescoço dela, o rosto, enquanto alisava aqueles peitos lindos já totalmente expostos. Desci a mão calmamente por dentro do biquíni até chegar na bucetinha… Meu Deus, vocês não têm noção.Era tipo enfiar a mão num pote de mel que ficou o dia inteiro ao sol: quente, denso, melado, escorrendo pelos dedos. Enfiei mais fundo e ela soltou um gemido gostoso, mesmo de boca cheia, me mostrando que eu estava acertando em cheio.O Léo pegou ela pelos cabelos e começou a apertar com firmeza. Eu trabalhava gostoso lá embaixo, e ela gemia cada vez mais alto, se contorcendo toda. Até que num gemido mais rouco e desesperado ela tirou a boca do pau e praticamente implorou:— Vai Lili, não para não… que eu vou gozar!!!O Léo, ainda segurando os cabelos dela como quem segura a rédea de uma égua selvagem, torceu de leve o pescoço dela, deixando-a completamente entregue e submissa pra gente. E ela não aguentou: gozou forte, profundamente. Meus dedos foram espremidos lá dentro, sentindo cada pulsação, cada jato quente de mais mel e desejo.Ela deixou o corpo cair, mole, no colo do Léo. Ofegante, me olhou com aquele sorriso de quem acabou de ter um orgasmo daqueles… e ainda queria mais.Continua…(O texto ficou mais limpo, com melhor ritmo e pontuação, mas mantive 100% a sua voz, a safadeza e a emoção do momento. Pode mandar a continuação sem medo!)

coisa boa!!!
ResponderExcluirObrigada vc foi o univo que respondeu .
ResponderExcluiradoro suas fantasias me deixam louco de tesao
ResponderExcluirImpossível não sentir no corpo este relato, não ficar duro, vocês duas chupando, e como ele deve ter adorado... Maravilha!
ResponderExcluirShow!!! Me lembrou os contos eróticos da revista ELE e Ela.
ResponderExcluirNossa não tem como não parar pra ler esses contos que fazem a imaginação ir além
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