Ah esse biquíni!!!
Hoje estávamos na praia do Rio de Janeiro, um daqueles cantos escondidos em que o sol beija a areia dourada e o mar sussurra segredos ao vento. Eu usava aquele biquíni minúsculo, na verdade, só o lencinho – o pano era tão fino que mal cobria o essencial, deixando tudo um pouco aparente, como um convite velado para olhares curiosos. Montamos nossa barraca em um trecho deserto, sem ninguém a uns 20 metros de distância. A praia estava calma, quase sonolenta, com o som das ondas como trilha sonora perfeita para um dia de preguiça e calor. Sentei na cadeira de praia, ajustando o chapéu para proteger o rosto, e dei uma olhada discreta para os lados. Havia uns quatro ou cinco casais espalhados, cada um no seu mundo particular, e um grupo de cinco pessoas mais distante, rindo e jogando frisbee. Nada que chamasse atenção imediata. Estendi minha toalha na areia quente, sentindo o sol aquecer minha pele, e resolvi me deitar de bruços para pegar um bronze no bumbum, criando aquela marquinha suti...